Passados 11 dias com distribuição de medalhas nas disputas do Pan 2019, o Brasil tem mais motivos para comemorar do que lamentar o desempenho de seus atletas. A perspectiva para a segunda semana da competição é de melhora da performance dos brasileiros, algo que já começou a acontecer no último domingo (4).
O dia mais vitorioso até aqui teve pódios na maratona aquática, canoagem slalom, marcha atlética, hipismo, surfe e tênis. Ontem, o time brasileiro ganhou na ginástica rítmica.
Até o fechamento desta edição, os atletas do País contabilizavam 23 ouros, 17 pratas e 34 bronzes, somando pontos para manter o Brasil no 2º lugar da classificação geral.
A previsão do Comitê Olímpico do Brasil (COB) é que haja aumento no número de idas ao pódio nesta última semana de evento. Natação e atletismo, esportes que distribuem grande quantidade de medalhas e nos quais o País costuma ir bem, começam hoje.
Chances altas
Foram 13 medalhas para o atletismo brasileiro em Toronto 2015, mas apenas dois ouros, o que faz com que o Comitê cobre evolução em Lima. Na natação (26 pódios há quatro anos), as perspectivas são positivas, mesmo após os melhores nadadores terem participado do Mundial, na Coreia do Sul, há cerca de uma semana.
No judô, que tem sua largada na quinta-feira (8) e vai até o último dia do Pan, domingo (11), o Brasil deve duelar mais uma vez com Cuba antes de seguir para o Mundial, no Japão. Em 2015, foram 13 pódios brasileiros em 14 categorias.
"Nessas modalidades, o Brasil está trazendo o que temos de melhor no momento, de acordo com a estratégia das confederações e dentro do planejamento do COB", afirmou o diretor de esportes do Comitê, Jorge Bichara. Tênis de mesa e vela também devem contribuir para a contagem.
Saldo positivo
Na comparação dos resultados obtidos nas modalidades que já tiveram suas disputas encerradas com aqueles alcançados há quatro anos, o saldo é positivo até agora em Lima.
O comparativo com o Pan de Toronto 2015 mostra que o País melhorou de forma significativa suas marcas no taekwondo, boxe, triatlo, ginástica artística e badminton. Por outro lado, houve queda expressiva de performance na canoagem velocidade, além de tiro esportivo e levantamento de peso.
Puxada pelos homens, a ginástica artística brasileira viu sua quantidade de medalhas aumentar de cinco para 11 em quatro anos. Foram quatro ouros, sendo que o principal favorito, Arthur Zanetti, acabou com a prata nas argolas. No feminino, foram sentidas as ausências de Rebeca Andrade e Jade Barbosa, lesionadas.
No taekwondo e no boxe, o número total de pódios subiu para 13, com três ouros. Os triatletas passaram de um 2015 zerado para um 2019 com quatro medalhas (duas douradas). Ygor Coelho levou o primeiro ouro brasileiro no badminton. Ao todo, foram cinco medalhas, duas a mais do que na edição anterior.
Já na canoagem velocidade, que deu nove medalhas em Toronto e três na Rio 2016, o cenário foi de queda. Somente três atletas foram ao pódio. A maior frustração da delegação foi Isaquias Queiroz e Erlon Souza, que eram favoritos na prova C2 1.000m, quando Erlon teve um mal súbito que impediu a dupla de continuar na disputa.
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